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quarta-feira, 26 de outubro de 2016
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Se você sempre evitou a Energia Solar por pensar demais evite pensar demais.
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quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Mais um estado brasileiro aderiu a isenção de ICMS na microgeração, Parabéns MS - Mato Grosso do Sul.
Mais um estado brasileiro aderiu a isenção de ICMS na microgeração,
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terça-feira, 18 de outubro de 2016
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só o que está morto não muda!
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Clarice Lispector
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Batedeira de açaí que utiliza energia solar será implantada no interior do AP
Batedeira de açaí que utiliza energia solar será implantada no interior do AP
crédito: Jorge Abreu
Projeto foi desenvolvido por um professor e duas estudantes da Unifap.
Proposta pode melhorar qualidade de vida de comunidades carentes.
Um projeto do curso de engenharia elétrica da Universidade Federal do Amapá (Unifap) resultou numa batedeira de açaí que funciona através de energia solar. A proposta é facilitar o trabalho de ribeirinhos, extrativistas e remanescente de quilombo, que processam a fruta manualmente.
O trabalho, batizado de "Batedeira solar de Açaí" foi desenvolvido pelo professor Alaan Ubaiara Brito e pelas universitárias Allana Feijão e Anita Almeida, ambas de 23 anos. A ideia surgiu da vontade de aliar energia solar com foco social durante o trabalho de conclusão de curso das jovens.
As estudantes passaram um ano nos Estados Unidos, por meio do programa do governo federal Ciências Sem Fronteiras, onde se especializaram na área de energia renovável. De acordo com os pesquisadores, apenas uma comunidade poderá ser beneficiada com o projeto. A expectativa é implantar a energia solar nas bateteiras de açaí em seis meses.
“O foco é social. Existem centenas de comunidades que não têm acesso a energia elétrica que é um bem comum, todos deveriam ter e que proporciona uma qualidade de vida. Além disso, o foco do projeto são aquelas pessoas que dependem fundamentalmente do consumo do açaí, não é nem a venda do açaí, e sim realmente o consumo mesmo. Essas comunidades dependem do produto para viver, que é o alimento diário de diversas famílias”, explicou Allana.
A universitária reforça que a iniciativa é uma maneira de aprimorar a produção e venda da polpa. Para ser implantado é necessária a compra de 20 placas fotovoltaicas. O protótipo ao todo vai custar cerca de R$ 8 mil.
Mas, o projeto ganhou um incentivo. Ele foi premiado na categoria 'Economia Verde' dos prêmios Samuel Benchimol 2016 e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente. O valor da premiação de R$ 25 mil deve ser utilizado para a conclusão e implantação do trabalho no interior do estado.
Allana conta que parte dos equipamentos para o protótipo inicial foram comprados pela universidade, e as placas são emprestadas. Allana ressalta que o grupo busca apoio para a implantação do projeto em mais de uma localidade.
“O projeto inicial demorou cerca de seis meses para ficar pronto. Agora queremos levar para as comunidades que necessitam do serviço. Mas para isso, precisamos de recursos. A batedeira de açaí e o inversor conseguimos pela universidade. Faltam as placas solares que é de um valor muito alto. Não vamos poder levar as da universidade para a implantação”, reforçou.
link: http://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2016/10/batedeira-de-acai-que-utiliza-energia-solar-sera-implantada-no-interior-do-ap.html
crédito: Jorge Abreu
Projeto foi desenvolvido por um professor e duas estudantes da Unifap.
Proposta pode melhorar qualidade de vida de comunidades carentes.
Um projeto do curso de engenharia elétrica da Universidade Federal do Amapá (Unifap) resultou numa batedeira de açaí que funciona através de energia solar. A proposta é facilitar o trabalho de ribeirinhos, extrativistas e remanescente de quilombo, que processam a fruta manualmente.
O trabalho, batizado de "Batedeira solar de Açaí" foi desenvolvido pelo professor Alaan Ubaiara Brito e pelas universitárias Allana Feijão e Anita Almeida, ambas de 23 anos. A ideia surgiu da vontade de aliar energia solar com foco social durante o trabalho de conclusão de curso das jovens.
As estudantes passaram um ano nos Estados Unidos, por meio do programa do governo federal Ciências Sem Fronteiras, onde se especializaram na área de energia renovável. De acordo com os pesquisadores, apenas uma comunidade poderá ser beneficiada com o projeto. A expectativa é implantar a energia solar nas bateteiras de açaí em seis meses.
“O foco é social. Existem centenas de comunidades que não têm acesso a energia elétrica que é um bem comum, todos deveriam ter e que proporciona uma qualidade de vida. Além disso, o foco do projeto são aquelas pessoas que dependem fundamentalmente do consumo do açaí, não é nem a venda do açaí, e sim realmente o consumo mesmo. Essas comunidades dependem do produto para viver, que é o alimento diário de diversas famílias”, explicou Allana.
A universitária reforça que a iniciativa é uma maneira de aprimorar a produção e venda da polpa. Para ser implantado é necessária a compra de 20 placas fotovoltaicas. O protótipo ao todo vai custar cerca de R$ 8 mil.
Mas, o projeto ganhou um incentivo. Ele foi premiado na categoria 'Economia Verde' dos prêmios Samuel Benchimol 2016 e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente. O valor da premiação de R$ 25 mil deve ser utilizado para a conclusão e implantação do trabalho no interior do estado.
Allana conta que parte dos equipamentos para o protótipo inicial foram comprados pela universidade, e as placas são emprestadas. Allana ressalta que o grupo busca apoio para a implantação do projeto em mais de uma localidade.
“O projeto inicial demorou cerca de seis meses para ficar pronto. Agora queremos levar para as comunidades que necessitam do serviço. Mas para isso, precisamos de recursos. A batedeira de açaí e o inversor conseguimos pela universidade. Faltam as placas solares que é de um valor muito alto. Não vamos poder levar as da universidade para a implantação”, reforçou.
link: http://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2016/10/batedeira-de-acai-que-utiliza-energia-solar-sera-implantada-no-interior-do-ap.html
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Senado irá discutir PL para destinação de recursos para pesquisa em energias alternativas.
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Demanda global por energia vai atingir seu pico em 2030
Demanda global por energia vai atingir seu pico em 2030
O crescimento fenomenal de energia solar e eólica vai continuar. Este tipo de energia pode ser responsável por 39% da geração até 2060
O crescimento fenomenal de energia solar e eólica vai continuar
Segundo previsão do Conselho Mundial de Energia, a demanda global por energia vai atingir seu pico em 2030 graças às novas tecnologias e a políticas governamentais restritas. O relatório também prevê que a demanda per capita de energia (incluindo combustível, aquecimento e eletricidade) vai começar a cair depois de 2030.
No entanto, apesar da demanda per capita de energia começar a cair, a demanda por eletricidade vai dobrar até 2060, segundo o conselho, o que vai exigir grande investimento em infraestrutura e sistemas inteligentes que promovam eficiência energética.
O crescimento fenomenal de energia solar e eólica vai continuar. Este tipo de energia era responsável por 4% da geração em 2014, mas pode pular para 39% até 2060. Além disso, espera-se que a energia hidrelétrica e nuclear também continue a crescer. Porém, os combustíveis fósseis vão continuar sendo a fonte número 1 de energia. Eles caíram apenas 5% de 1970 até 2014, de 86% para 81%.
O conselho disse que mudando os carros a base de combustível para tecnologias mais em conta como carros elétricos seria um grande passo para “descarbonizar” o mundo. Os combustíveis dominavam 92% dos veículos em 2014, mas é esperado que este número caia para algo entre 78% e 60% com a popularização dos veículos elétricos.
As previsões do relatório sobre as emissões de carbono, no entanto, vão depender da força das tentativas para resolver a questão energética.
O crescimento fenomenal de energia solar e eólica vai continuar. Este tipo de energia pode ser responsável por 39% da geração até 2060
O crescimento fenomenal de energia solar e eólica vai continuar
Segundo previsão do Conselho Mundial de Energia, a demanda global por energia vai atingir seu pico em 2030 graças às novas tecnologias e a políticas governamentais restritas. O relatório também prevê que a demanda per capita de energia (incluindo combustível, aquecimento e eletricidade) vai começar a cair depois de 2030.
No entanto, apesar da demanda per capita de energia começar a cair, a demanda por eletricidade vai dobrar até 2060, segundo o conselho, o que vai exigir grande investimento em infraestrutura e sistemas inteligentes que promovam eficiência energética.
O crescimento fenomenal de energia solar e eólica vai continuar. Este tipo de energia era responsável por 4% da geração em 2014, mas pode pular para 39% até 2060. Além disso, espera-se que a energia hidrelétrica e nuclear também continue a crescer. Porém, os combustíveis fósseis vão continuar sendo a fonte número 1 de energia. Eles caíram apenas 5% de 1970 até 2014, de 86% para 81%.
O conselho disse que mudando os carros a base de combustível para tecnologias mais em conta como carros elétricos seria um grande passo para “descarbonizar” o mundo. Os combustíveis dominavam 92% dos veículos em 2014, mas é esperado que este número caia para algo entre 78% e 60% com a popularização dos veículos elétricos.
As previsões do relatório sobre as emissões de carbono, no entanto, vão depender da força das tentativas para resolver a questão energética.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Quanto maior o desperdício de energia, maior é o preço que você e o meio ambiente pagam por ela.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Todos nós carregamos uma luz infinita Dentro da Gente. você tem a opção de fazer que brilhe, ou deixar o interruptor desligado. A ESCOLHA É SUA Só vive no escuro quem quer.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Reduzir a Fatura Elétrica e a Pegada do Caborno
REDUZIR A FATURA ELÉTRICA E A PEGADA DO CARBONO.
A energia movimenta o mundo. Para que ela e os demais recursos naturais não acabem de vez, a ordem é consumir apenas o necessário, sem desperdícios. Este princípio da economia verde, ou seja, a aplicação da sustentabilidade nos negócios, é uma atitude inteligente e de bom senso de quem pensa no presente e no futuro do planeta. Uma análise profunda e cuidadosa de todo o processo de produção e gestão de uma empresa mostra claramente onde estão os excessos e permite um planejamento para o uso adequado.
- Os gastos com a iluminação das nossas casas e edifícios situam-se à volta de 10% do total do consumo de energia dos nossos edifícios. Felizmente esse consumo está a diminuir rapidamente, por via da adoção a nível mundial das novas lâmpadas econômica. Elas permitem reduções de cerca de 75%...
- A parte da iluminação nos nossos consumos energéticos pode descer dos 10% para níveis inferiores a 2%, mas para tanto é necessário mais do que apenas substituir as antigas lâmpadas incandescentes por novas LEDs e novas fluorescente compactas.
- É também necessário mudar alguns hábitos; deixar luzes desnecessariamente acesas continua a explicar uma parte significativa dos nossos consumos, quer nas nossas casas quer em edifícios. A questão comportamental é bastante relevante.
- O excesso de iluminação é outro importante elemento dos gastos em iluminação: a multiplicação de focos de luz em certas divisões de muitas habitações, em escritórios, em escolas, no exterior de moradias e em diversas outras situações é algo facilmente observável por um observador crítico.
- Pode argumentar-se com alguma razão que a adoção de formas de eletricidade renovável permite reduzir fortemente os efeitos negativos sobre o ambiente da iluminação dos nossos edifícios, e que é esse o caso de países como o Brasil ou Portugal, onde a eletricidade limpa atinge níveis de cerca de 70%. Mas também não nos devemos esquecer que há uma tendência universal para um consumo acrescido de eletricidade, nomeadamente por via da introdução de veículos elétricos, e de que é de toda a vantagem canalizar a nossa produção elétrica de base renovável para essas novas áreas de consumo, em vez de expandirmos ainda mais a produção....
A energia movimenta o mundo. Para que ela e os demais recursos naturais não acabem de vez, a ordem é consumir apenas o necessário, sem desperdícios. Este princípio da economia verde, ou seja, a aplicação da sustentabilidade nos negócios, é uma atitude inteligente e de bom senso de quem pensa no presente e no futuro do planeta. Uma análise profunda e cuidadosa de todo o processo de produção e gestão de uma empresa mostra claramente onde estão os excessos e permite um planejamento para o uso adequado.
- Os gastos com a iluminação das nossas casas e edifícios situam-se à volta de 10% do total do consumo de energia dos nossos edifícios. Felizmente esse consumo está a diminuir rapidamente, por via da adoção a nível mundial das novas lâmpadas econômica. Elas permitem reduções de cerca de 75%...
- A parte da iluminação nos nossos consumos energéticos pode descer dos 10% para níveis inferiores a 2%, mas para tanto é necessário mais do que apenas substituir as antigas lâmpadas incandescentes por novas LEDs e novas fluorescente compactas.
- É também necessário mudar alguns hábitos; deixar luzes desnecessariamente acesas continua a explicar uma parte significativa dos nossos consumos, quer nas nossas casas quer em edifícios. A questão comportamental é bastante relevante.
- O excesso de iluminação é outro importante elemento dos gastos em iluminação: a multiplicação de focos de luz em certas divisões de muitas habitações, em escritórios, em escolas, no exterior de moradias e em diversas outras situações é algo facilmente observável por um observador crítico.
- Pode argumentar-se com alguma razão que a adoção de formas de eletricidade renovável permite reduzir fortemente os efeitos negativos sobre o ambiente da iluminação dos nossos edifícios, e que é esse o caso de países como o Brasil ou Portugal, onde a eletricidade limpa atinge níveis de cerca de 70%. Mas também não nos devemos esquecer que há uma tendência universal para um consumo acrescido de eletricidade, nomeadamente por via da introdução de veículos elétricos, e de que é de toda a vantagem canalizar a nossa produção elétrica de base renovável para essas novas áreas de consumo, em vez de expandirmos ainda mais a produção....
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
O avanço da energia solar fotovoltaica no Brasil – Boas ou más notícias?
O avanço da energia solar fotovoltaica no Brasil – Boas ou más notícias?
Por Clarice Ferraz
No Setor Elétrico Brasileiro, o ano de 2016 é marcado pela entrada da fonte solar fotovoltaica (FV) no Balanço Energético Nacional (EPE, BEN 2016), como mostra a figura abaixo. Também pela primeira vez, o Brasil acolheu a feira internacional de negócios em energia solar. O evento, realizado em São Paulo, no final de agosto desse ano, mostrou que o interesse pela fonte no País é crescente. Representantes do governo e atores de toda a cadeia comemoraram a sinalização do governo em apoiar o crescimento da fonte, através da continuidade da criação de demanda via o mecanismo de leilão.
Figura 1: Matriz Elétrica Brasileira
Fonte: EPE, 2016, apresentação Relatório BEN 2016.
Além da modalidade de micro e minigeração, a energia solar fotovoltaica é transacionada através de Leilões de Energia de Reserva (LER), em que a quantidade a ser contratada é definida pelo governo, independentemente da declaração de demanda por distribuidoras de eletricidade. Espera-se que sejam realizados ao menos dois leilões, para a contratação de 1 GW cada, por ano. Esse montante seria o necessário para a estruturação cadeia produtiva.
Já foram realizados três leilões e haverá um quarto em dezembro desse ano. Como resultado dos leilões, em 2017 estão anunciados para entrar em operação 2,1 GW (contratados durante o 6° e o 7° LER) e, em 2018, mais 1.1 GW (contratado no 8° LER) de geração FV, na modalidade por quantidade de energia e prazo de suprimento de vinte anos. Entretanto, a expansão pode ser menos importante do que se anuncia. Levantamento realizado Bloomberg New Energy Finance, apresentado na conferência, mostra que 0,7 GW, um terço, da capacidade prevista para 2017 está em situação de risco e pode não ser concluído. Para o ano de 2018 também há problemas, somente 0,4 GW estão sendo desenvolvidos e 0,7 encontram-se em situação de risco. A situação financeira dos investidores é um dos pontos críticos.
Além dos riscos associados ao desenvolvimento dos empreendimentos, o setor teve recentemente importantes mudanças regulatórias, mediante a edição de duas portarias do Ministério de Minas e Energia (MME), a 104 e a 444. A Portaria MME nº 444, publicada no Diário Oficial da União em 29 de agosto, estabelece novas diretrizes dos próximos leilões de geração de energia que irão se aplicar ao LER a ser realizado em dezembro. De acordo com realease do MME, “o objetivo das novas diretrizes é: coordenar a contratação de geração com a conexão a instalações de transmissão existentes e com entrada em operação comercial no horizonte de início de suprimento do leilão; mitigar riscos referentes ao atraso de entrada em operação de instalações de transmissão; e dotar de maior transparência o processo para definição da Capacidade Remanescente, definindo prazos e os principais responsáveis em cada etapa.”
Um grave problema no entanto é a falta de previsibilidade com a qual os investidores terão de lidar. Somente fica estabelecido que “no prazo de até setenta e cinco dias antes da data de realização do Leilão” serão conhecidos os dados Quantitativos da Capacidade Remanescente do SIN para Escoamento de Geração, através de nota técnica ser nos sites da ANEEL, da EPE e do ONS. Além disso, a Portaria traz mais uma fonte de discricionariedade pois estabelece que “poderão ser considerados os seguintes critérios para empreendimentos de geração intermitentes: I – percentual da capacidade de Usinas Eólicas e Solares, para quaisquer instalações de transmissão nas quais se conectem Usinas dessas Fontes; e II – diversidade entre as Fontes Eólica e Solar em uma mesma Subestação ou Subárea.”
A Portaria 444 reforça a Portaria MME 104 de 23 de março de 2016, que determina que a habilitação técnica dos empreendimentos que desejam participar do certame depende da comprovação da capacidade de escoamento da sua potência associada ao Sistema Interligado Nacional – SIN. De acordo com seu Artigo 14, não será habilitado “o empreendimento de geração cujo Ponto de Conexão ao SIN tenha capacidade de escoamento inferior à sua potência injetada, observado o prazo para alteração do Ponto de Conexão”. Aqui cabe lembrar que o setor de transmissão passa por profunda crise e teve inclusive seu último leilão adiado por falta de investidores interessados.
A Portaria MME 104 ainda determina que o vendedor que não tenha comercializado a totalidade da garantia física no Leilão, se comprometa a não comercializar o restante da energia elétrica e que os vendedores não farão jus à receita de venda antes da entrada em operação comercial da Usina. Os vendedores poderão antecipar a entrada em operação comercial de seus empreendimentos de geração, desde que os Sistemas de Transmissão ou de Distribuição associados estejam disponíveis para operação comercial na data antecipada, sendo a Energia de Reserva, produzida, remunerada pelo preço contratual que for vigente no ano em que ocorrer a antecipação do suprimento, atualizado pelo IPCA. Os desvios anuais positivos da produção efetiva de energia elétrica, em relação ao montante contratado, além da margem de tolerância prevista, deverão ser reembolsados ao gerador pelo valor de trinta por cento do preço do Contrato de Energia de Reserva, em doze parcelas mensais uniformes no ano contratual seguinte. Já os desvios anuais negativos da produção efetiva de energia elétrica, em relação ao limite da margem inferior, deverão ser valorados pelo preço do CER acrescido da penalidade de quinze por cento e ressarcidos à Conta de Energia de Reserva, em doze parcelas mensais uniformes no ano contratual seguinte.
Assim, a difusão da fonte solar fotovoltaica ainda encontra importantes barreiras, mesmo sendo contemplada com leilões para sua expansão. Atrelar a expansão da fonte à expansão da capacidade de transmissão é benéfica para o equilíbrio do sistema, mas enquanto o problema da transmissão e da remuneração “do fio” não forem adequadamente enfrentados, não haverá verdadeiro avanço. Assim, podemos nos questionar se a expansão da fonte solar FV realmente deve ser dar por meio das fazendas solares que demandam novas conexões de transmissão, subestações e são menos eficientes por estarem mais longe do centro de carga. Através da micro e minigeração, se gera eletricidade onde ela é consumida e já em baixa potência. Evitam-se ainda questões fundiárias, impactos ambientais e licenciamentos, que também são fontes de atraso e de custos adicionais aos empreendimentos.
Se estamos em busca do equilíbrio do sistema também é importante se perguntar onde a eletricidade é consumida. A figura abaixo mostra claramente o peso do consumo dos setores residencial e comercial no Brasil além das importantes perdas, o que torna flagrante a oportunidade para a micro e minigeração. Ainda mais marcante é o dado que revela que cerca de 50% da eletricidade consumida no Brasil se dá nas edificações.
Figura 2: Fluxo de Energia Elétrica
Fonte: EPE, 2016, apresentação Relatório BEN 2016.
Do lado do financiamento, no entanto, as modalidades são as tradicionais do SEB. As novas linhas de crédito, autorizadas pelo Ministério da Integração, permitem Bancos Públicos e Fundos Constitucionais concedam crédito para projetos de energias renováveis. Entretanto, somente conseguem crédito a taxas favoráveis os grandes empreendedores ou consumidores rurais. Praticamente não existe financiamento atrativo para pessoas físicas. Faltam linhas para locador e são cobradas altas taxa de juros para pessoas físicas.
Além disso, a recente revisão da Resolução 482, que regula a micro e minigeração, não foi acompanhada por mudanças na tributação. A isenção do ICMS sobre a diferença entre a energia ativa consumida e injetada, adotada por alguns estados, se aplica somente à GD na mesma unidade consumidora ou autoconsumo remoto (mesmo titular) limitado a 1 MW , quando o teto para a classificação para micro e minigeração foi elevado para 5 MW. A isenção não se aplica ao custo de disponibilidade (Grupo B), à energia reativa (Grupo A) nem à demanda de potência (TUSD para Grupo A).
A oportunidade de expansão sustentável se encontra na difusão do modelo de negócios das Empresas de Serviços Energéticos (ESCOs), cujo serviço é proporcionar ganhos de eficiência energética aos seus clientes. Nesse negócio, um dos principais tipos de contrato é de performance, em que o financiamento do projeto é baseado no compartilhamento dos ganhos – parte para o cliente, parte para a ESCO e parte para a amortização CAPEX, em percentuais a serem definidos em cada projeto. Entretanto, somente agentes com robustez financeira serão capazes de bancar o financiamento do CAPEX dos empreendimentos.
Assim, apesar da maioria das notícias sobre a difusão da energia solar FV serem promissoras, ainda existem muitos entraves a serem superados. Nesse momento de rediscussão do modelo do SEB, é fundamental que se discuta a integração da geração distribuída, que se integre no planejamento nossos problemas de financiamento de transmissão e que se apoie a micro e minigeração distribuídas.
Referências:
EPE, Balanço Energético Nacional 2016, Relatório Síntese
MME, PORTARIA Nº 104, DE 23 DE MARÇO DE 2016
MME, PORTARIA Nº 444, DE 25 DE AGOSTO DE 2016
Dica Energética para quem quer começar a empreender, Energia Solar.
Dica Energética
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terça-feira, 4 de outubro de 2016
BNDES eleva crédito a energia solar e reduz apoio a hidrelétricas e térmicas
BNDES eleva crédito a energia solar e reduz apoio a hidrelétricas e térmicas
Fonte: Reuters
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta segunda-feira novas condições para financiamento a projetos de energia que incluem melhores condições para usinas solares e a redução do apoio a grandes hidrelétricas e termelétricas.
O banco já sinalizava que precisaria mudar sua política em meio aos esforços por um ajuste fiscal anunciados pelo governo brasileiro, o que gerou forte expectativa entre os investidores devido aos vultosos empréstimos concedidos pela instituição ao setor elétrico nos últimos anos.
Representantes da instituição de fomento disseram a jornalistas em teleconferência, nesta segunda-feira, que as mudanças visam privilegiar com empréstimos mais atrativos, atrelados à Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), setores vistos como de maior retorno social e ambiental, além de atrair o setor privado para financiar os demais empreendimentos.
O BNDES também anunciou para os investidores em energia o fim da concessão de empréstimos-ponte, que costumam ser utilizados pelas empresas para bancar aportes ou obras enquanto o banco analisa a concessão do financiamento de longo prazo a um projeto.
A diretora de Infraestrutura do BNDES, Marilene Ramos, disse que o objetivo da instituição é compensar o fim dos empréstimos-ponte com uma maior agilidade na aprovação das operações.
Pela nova política, as áreas com maior participação do BNDES serão as de energia solar, eficiência energética e iluminação pública, nos quais o banco participará com até 80 por cento dos itens financiáveis e com todos os recursos a TJPL, atualmente em 7,5 por cento ao ano.
Antes, o teto para empréstimos ao setor solar era de 70 por cento dos itens financiáveis.
Já as grandes hidrelétricas terão reduzida a fatia de empréstimos pelo banco de fomento a até 50 por cento dos itens financiáveis, ante 70 por cento anteriormente.
A mesma redução, de 70 por cento para 50 por cento, será adotada para as termelétricas a gás natural em ciclo combinado, enquanto térmicas poluentes, a carvão e óleo, não contarão mais com recursos da instituição de fomento.
"O banco está tomando essa decisão... para buscar preservar sua participação para as fontes de energia limpas", afirmou a superintendente de Energia do BNDES, Carla Primavera.
Nessa linha, usinas eólicas, à biomassa, pequenas hidrelétricas e projetos de cogeração terão mantido o atual nível de participação de até 70 por cento do banco, com recursos integralmente em TJLP.
TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO
As regras para apoio aos setores de transmissão e distribuição de eletricidade também mudaram, com previsão de uma participação menor do BNDES nos financiamentos, que tentarão atrair recursos do setor privado.
Em transmissão, o BNDES financiará até 80 por cento dos itens elegíveis, mas a custo de mercado, e não a TJLP. O prazo de amortização será de 20 anos, ante 14 anteriormente.
Já na distribuição, o banco apoiará investimentos com até 50 por cento dos itens financiáveis, que poderão receber até 50 por cento dos recursos a TJLP, com o restante a custo de mercado. Antes, até 70 por cento podiam ser financiados pela taxa de longo prazo.
As novas condições para transmissão já são válidas para o leilão de concessão para construção e operação de novas linhas que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) promove em 28 de outubro.
Crédito: Luciano Costa
Fonte: Reuters
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta segunda-feira novas condições para financiamento a projetos de energia que incluem melhores condições para usinas solares e a redução do apoio a grandes hidrelétricas e termelétricas.
O banco já sinalizava que precisaria mudar sua política em meio aos esforços por um ajuste fiscal anunciados pelo governo brasileiro, o que gerou forte expectativa entre os investidores devido aos vultosos empréstimos concedidos pela instituição ao setor elétrico nos últimos anos.
Representantes da instituição de fomento disseram a jornalistas em teleconferência, nesta segunda-feira, que as mudanças visam privilegiar com empréstimos mais atrativos, atrelados à Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), setores vistos como de maior retorno social e ambiental, além de atrair o setor privado para financiar os demais empreendimentos.
O BNDES também anunciou para os investidores em energia o fim da concessão de empréstimos-ponte, que costumam ser utilizados pelas empresas para bancar aportes ou obras enquanto o banco analisa a concessão do financiamento de longo prazo a um projeto.
A diretora de Infraestrutura do BNDES, Marilene Ramos, disse que o objetivo da instituição é compensar o fim dos empréstimos-ponte com uma maior agilidade na aprovação das operações.
Pela nova política, as áreas com maior participação do BNDES serão as de energia solar, eficiência energética e iluminação pública, nos quais o banco participará com até 80 por cento dos itens financiáveis e com todos os recursos a TJPL, atualmente em 7,5 por cento ao ano.
Antes, o teto para empréstimos ao setor solar era de 70 por cento dos itens financiáveis.
Já as grandes hidrelétricas terão reduzida a fatia de empréstimos pelo banco de fomento a até 50 por cento dos itens financiáveis, ante 70 por cento anteriormente.
A mesma redução, de 70 por cento para 50 por cento, será adotada para as termelétricas a gás natural em ciclo combinado, enquanto térmicas poluentes, a carvão e óleo, não contarão mais com recursos da instituição de fomento.
"O banco está tomando essa decisão... para buscar preservar sua participação para as fontes de energia limpas", afirmou a superintendente de Energia do BNDES, Carla Primavera.
Nessa linha, usinas eólicas, à biomassa, pequenas hidrelétricas e projetos de cogeração terão mantido o atual nível de participação de até 70 por cento do banco, com recursos integralmente em TJLP.
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As regras para apoio aos setores de transmissão e distribuição de eletricidade também mudaram, com previsão de uma participação menor do BNDES nos financiamentos, que tentarão atrair recursos do setor privado.
Em transmissão, o BNDES financiará até 80 por cento dos itens elegíveis, mas a custo de mercado, e não a TJLP. O prazo de amortização será de 20 anos, ante 14 anteriormente.
Já na distribuição, o banco apoiará investimentos com até 50 por cento dos itens financiáveis, que poderão receber até 50 por cento dos recursos a TJLP, com o restante a custo de mercado. Antes, até 70 por cento podiam ser financiados pela taxa de longo prazo.
As novas condições para transmissão já são válidas para o leilão de concessão para construção e operação de novas linhas que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) promove em 28 de outubro.
Crédito: Luciano Costa
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Tenho medo de muita coisa na vida, Principalmente do novo, confesso é reiniciar uma nova revolução no Planeta.
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