quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Rio de Janeiro e Belém entre as cidades com melhor retorno econômico para energia solar

Rio de Janeiro e Belém entre as cidades com melhor retorno econômico para energia solar

A Comerc Energia divulgou dados importantes para o mercado de energia solar através do Índice Comerc Solar — um ranking para que consumidores de energia e interessados podem avaliar a oportunidade de investir em projetos de energia solar fotovoltaica.
Segundo a gestora de energia, a cidade do Rio de Janeiro e Belém são as capitais brasileiras onde a energia solar apresenta o melhor retorno econômico, levando-se em conta fatores como a irradiação solar, o ICMS cobrado na cidade e a tarifa de energia cobrada pela distribuidora local.

No ranking das cinco capitais onde os projetos de baixa tensão têm o melhor retorno no Brasil também estão Fortaleza (CE), Recife (PE) e Goiânia (GO). Os consumidores conectados à baixa tensão são pequenos negócios, condomínios, hospitais, shopping centers e residências. Os Dados atuais de geração distribuída da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), neste mês, indicam um total de 3.981 conexões de energia fotovoltaicas no país.

link: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2016/08/rio-de-janeiro-e-belem-entre-cidades-com-melhor-retorno-economico-para-energia-solar/30095


https://www.facebook.com/GirassolSolarEnergia/posts/1059907074127831:0


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Por que o mercado de energia solar deve esquentar

Por que o mercado de energia solar deve esquentar

CRÉDITO: Inês Godinho

Desde março, o Bondinho do Pão de Açúcar passou a ser movido por energia solar. A notícia tem mais um caráter simbólico, já que o cartão postal do Rio de Janeiro tem um consumo muito baixo, o correspondente ao gasto de energia de dez famílias.

PAINEIS SOLARES COLOCAM O BONDINHO NO SÉCULO 21
Não é o caso da Cidade Maravilhosa. Dono de altíssima incidência solar, o Rio encabeçou o ranking das capitais brasileiras com a melhor relação custo/benefício para investimentos em energia fotovoltaica para projetos de alta tensão. Em projetos de baixa tensão, a cidade ficou em terceiro lugar.
Desenvolvido pela Comerc Energia, maior gestora de energia do país, o índice solar oferece um panorama do potencial das principais cidades brasileiras. Levando os quatro requisitos em consideração, as cidades mais atraentes hoje para investir são:

CONTRADIÇÕES DO PARAÍSO DO SOL
Para a formulação do índice, a empresa levou em conta os fatores que mais influenciam o potencial de investimento e a expansão da energia solar no Brasil, além da irradiação: preço da energia elétrica na distribuidora local; o ICMS cobrado no estado; e a taxa de câmbio.
Contabilizando esses dados, o índice calcula em quantos anos se terá o retorno do investimento. Para comparar: enquanto um investimento feito no Rio levaria sete anos para ter retorno financeiro, em São Paulo, uma das capitais lanterninhas do ranking, seriam necessários 12 anos.
Como se vê, os custos continuam altos e permanecem como o maior entrave para a disseminação desse tipo de energia renovável no país.
Enquanto o Brasil se situa como o país com o maior potencial de aproveitamento de energia solar, fica próximo de zero quando se compara a capacidade instalada. Perde feio para uma Alemanha muito mais deficitária de insolação e já com grande uso dessa energia.
Mas atenção: com a criação do índice, a Comerc sinaliza um novo momento. A empresa, e também o setor, prevê que estamos no começo de um “boom” no Brasil, assim como já se percebe no mundo. Um mercado quase intocado de abre para os empreendedores.

SINAIS DE AVANÇO NO BRASIL
Especialistas indicam o avanço da geração de energia centralizada e distribuída como um dos fatores para o aquecimento do mercado. De 2014 para 2015, a geração de energia solar no Brasil cresceu quase quatro vezes, de acordo com o Balanço Energético Nacional, feito pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Outros fatos confirmam o movimento:
* Dados de geração distribuída mostram que, entre 2013 e julho de 2016, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fez 3.864 registros de micro e mini geração no país.
* No final de 2015, a geração solar totalizava 59 GWh. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), há hoje no país 110 projetos de usinas fotovoltaicas em construção, que somarão, até 2019, 2.977,17 MW.
* A EPE tem cadastrados 419 projetos solares fotovoltaicos, equivalentes a 13.388 MW, para o segundo leilão de energia de reserva, previsto para dezembro deste ano.

CAUSAS DA EXPANSÃO
A nova posição que o Brasil se prepara para ocupar no ranking mundial de energia solar, com a ampliação de sua matriz energética, pôde ser constatada na recente 5º Intersolar South America, evento que reuniu a cadeia produtiva do setor em São Paulo. O número teve um aumento de 60% em relação a 2015, atraindo expositores de 12 países.
Tanto interesse foi motivado por fatores ocorridos nos últimos anos. Houve o aumento pesado nas tarifas, resultado da desorganização causada no setor elétrico pela queda de braço entre as empresas e o governo federal, no primeiro mandato de Dilma Roussef.
Por outro lado, a energia solar foi favorecida pelo barateamento da tecnologia e pelos novos marcos regulatórios. Um deles, a resolução normativa No. 482 de 2012, liberou o controle pessoal da energia para residências e comércio com o uso de pequenos geradores, sejam painéis solares ou microturbinas eólicas.
Imagine o susto das operadoras de energia elétrica ao ver diminuída a dependência dos consumidores ante seu quase monopólio. Barateamento na certa.
Essas oportunidades no Brasil foram percebidas por um grande número de protagonistas do mercado, que começam a chegar por aqui. E pode ter influência no fortalecimento da indústria local de componentes.
O setor trabalha com o dado de que, em 2050, 18% dos domicílios brasileiros contarão com geração fotovoltaica. Este tipo de energia representará 13% de toda a demanda elétrica residencial do país.

O PODER DO SOL NO MUNDO
A energia solar será uma das formas mais baratas de produzir eletricidade em muitos países a partir de 2020. Seus custos deverão cair em 60% até 2040, quando, em muitos países, a geração da energia solar custará menos de US$ 50 MWh.
Embora distante no tempo, este valor parece um sonho para muitos países e até o Brasil. Em 2016, o custo da energia no país caiu bastante em razão da crise econômica, beirando os R$ 240/MWh, cerca de US$ 75. No entanto, em 2015, a energia brasileira chegou a ser uma das mais caras do mundo, custando quase R$ 500 por MWh.
Globalmente, houve um crescimento de 20% em 2015 em instalações solares fotovoltaicas. Sob a liderança de China, Japão e Estados Unidos, o segmento emprega 8,1 milhões de pessoas no mundo, segundo o balanço anual da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena).

OLHAR VISIONÁRIO
Outra maneira de medir o potencial de crescimento do setor consiste em acompanhar os investimentos dos megainvestidores. No início do ano, Elon Musk, o fundador da Tesla, ampliou sua participação na empresa Solar City, a líder do mercado americano, tornando a companhia de carros elétricos a única dona.
De uma hora para a outra, o visionário empreendedor sul-africano se tornou sinônimo de energia solar.
Pouco antes, ele havia lançado um equipamento que se tornou febre entre os descolados, a Powerwall, uma bateria para o mercado residencial, que armazena a energia captada por painéis solares. A bateria tem uso duplo, servindo para abastecer a casa e o carro elétrico.
Há quatro diferenciais na peça, presentes em quase todas as criações de Musk - a diminuição de custo (em média US$ 3 mil), a extensão do prazo de garantia (para 10 anos), a patente aberta e o design
Quando se poderia imaginar que um objeto sem graça pudesse ganhar status de peça de design? O equipamento em forma de um armário, ofertado em várias opções de cores, pode ser pendurado na parede, como uma peça de decoração. Houve uma longa fila de candidatos a comprar o primeiro lote e calcula-se que a empresa tenha embolsado quase US$ 1 bilhão.
Se continuar assim, preveem os analistas, ele pode fazer com a energia solar o que Steve Jobs fez com os computadores – transformar em objeto de desejo. O sonho de qualquer indústria de consumo.


http://www.dcomercio.com.br/categoria/sustentabilidade/por_que_o_mercado_de_energia_solar_deve_esquentar

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

As cartas à mesa

As cartas à mesa
Conheça quais são as principais fontes limpas que permitem acender as luzes no país, os prós, os contras e as perspectivas de cada uma no futuro da matriz elétrica brasileira

Crédito: Evanildo da Silveira

O Brasil é um dos países com a produção de energia mais limpa e sustentável do mundo. Em termos de energia elétrica, geramos 75% da eletricidade com fontes renováveis. Confira a seguir a atual situação dessas fontes no país e o que se pode esperar delas.


HIDRELÉTRICAS: TRADIÇÃO NACIONAL
Aproveitando-se do seu clima tropical, geografia continental e várias bacias hidrográficas, o Brasil construiu uma forte tradição em geração hidráulica na sua matriz elétrica. Para o físico José Goldemberg, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), ex-secretário da Ciência e Tecnologia e do Meio Ambiente do ­governo federal, as hidrelétricas são as que produzem eletricidade a menor custo e com menos poluição. “O potencial inexplorado permitiria dobrar a quantidade de eletricidade produzida hoje”, afirma.
As principais vantagens dessa fonte incluem capacidade de armazenamento, geração de grandes quantidades de energia, funcionamento ininterrupto e resposta rápida às demandas, além de tecnologia consolidada e que permite controle de tensão e frequência, com respostas também rápidas, explica Goldemberg. “Isso é facilitado pela existência de um sistema interligado de usinas por linhas de transmissão”, diz o engenheiro eletricista e doutor em engenharia elétrica Jorge Luiz do Nascimento, chefe do Laboratório de Fontes Alternativas de Energia (Lafae) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Nascimento defende que o Brasil não abandone totalmente as hidrelétricas devido às suas vantagens. Com o aumento dos cuidados ambientais, porém, os extensos alagamentos feitos em décadas passadas para a construção de usinas como Itaipu e Balbina estão dando lugar à geração hidráulica a fio d’água, de menor impacto socioambiental e mais dependente do caudal dos rios, por não estocar grandes volumes de água.
Entre as desvantagens, Nascimento cita os grandes impactos ambientais durante a construção, implantação e operação das hidrelétricas, a possibilidade de mudar o clima das regiões próximas (sobretudo o regime de chuvas), o deslocamento de populações devido à construção dos lagos e à procura de emprego, a possibilidade de afetar a fauna e a flora locais.


SOLAR: PROMESSA QUENTE
Apesar de uma participação de menos de 1% na matriz elétrica nacional, a energia solar tem enorme potencial para o futuro. Izete Zanesco, do Núcleo Tecnológico de Energia Solar (NT-Solar), da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), frisa que, ao contrário da energia eólica, centrais para produção de eletricidade usando o Sol podem ser instaladas em todo o país e em sistemas de pequeno porte no local do consumo de eletricidade, interligados à rede pública de distribuição.
Há duas formas de usar a energia solar para gerar energia elétrica. Uma é a fotovoltaica de menor escala ou de geração distribuída, baseada em painéis para captar os fótons da luz. Já as plantas concentradoras (CSP, do inglês Concentrate Solar Power) usam uma espécie de espelho refletor para concentrar a radiação em um ponto de modo a aquecer um fluido, como se fosse uma termelétrica.
Instalação de placas solares: um mercado que estimula o surgimento de pequenas e médias empresas
Além de ser limpa, segura e renovável, essa fonte causa pouco impacto na construção e nenhum na operação. A vantagem é também econômica: a energia solar é muito indicada para gerar água quente para banho, substituindo uma parte importante da demanda residencial que vem de chuveiros elétricos.
Como depende de fornecedores e serviços de ­manutenção, ela estimula o surgimento de pequenas e médias empresas, espalhando empregos. Segundo Thiago Almeida, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace, até 2018, esse setor vai receber em investimentos R$ 12,5 bilhões com o que já tem contratado, o que deve gerar até 60 mil empregos. Segundo a ONG, em alguns estados o investimento em placas para uma casa de quatro pessoas é de R$ 15 mil, que se paga em cinco anos e gera energia por 25 anos.
A intermitência e a impossibilidade de ser armazenada estão entre as principais desvantagens dessa fonte.

EÓLICA: AO SABOR DO VENTO
O vento é a fonte com maior crescimento no Brasil. Entre abril de 2014 e abril de 2015, a capacidade instalada aumentou 102%, chegando a 5,8 megawatts (MW). Segundo o relatório de 2015 do Conselho Mundial de Energia Eólica, divulgado em abril, o país foi o quarto em crescimento de energia eólica em 2015, com 4,3% do total de nova capacidade instalada no mundo, ficando atrás apenas de China, Estados Unidos e Alemanha.
Turbinas eólicas: o país já é o 10° produtor mundial desse tipo de energia
A tendência deve continuar nos próximos anos. Números da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) mostram que, em março de 2016, a capacidade já passou a 9,2 GW, distribuída em 369 parques eólicos, o que dá ao Brasil o 10º lugar no ranking mundial dessa fonte.
Além de ser limpa e inesgotável, a energia eólica não causa impactos ambientais durante o funcionamento, tem custo de operação baixo e possibilidade de operar complementarmente à energia solar, pois, em períodos sem sol, o vento é mais forte. Os contras incluem geração intermitente, impossibilidade de armazenamento e geração de pequenas quantidades de eletricidade, quando comparado a hidrelétricas. De acordo com o pesquisador José Luz Silveira, do Grupo de Otimização de Sistemas Energéticos, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), é preciso conceber projetos não apenas para as concessionárias, mas também para pequenos autogeradores. “Além disso, é necessário investimento maciço na fabricação de turbogeradores eólicos e torres”, acrescenta.


BIOMASSA: PLANTAÇÃO DE ENERGIA
A biomassa é uma das fontes que mais se destacam no país. Mauricio Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia (MME), lembra que, segundo o Balanço Energético Nacional, a biomassa da cana-de-açúcar representa quase 16% da energia ofertada no Brasil e cerca de 40% da oferta total da renovável. Ela usa resíduos ou rejeitos inservíveis na geração de energia e é inesgotável e limpa, pois a planta absorve o CO2 emitido. Atrelada à política de etanol, porém, ela sofre com os vaivéns na área.
Cultivo de cana-de-açúcar, uma das principais fontes de biomassa no Brasil
Maria Cristina Milinsk, coordenadora do Curso de Engenharia de Energias Renováveis da Universidade Federal do Paraná (UFPR), ressalta que há, ainda, grandes desafios tecnológicos a ser superados para uma produção mais eficiente. “Precisamos trabalhar para a formação de recursos humanos qualificados e desenvolver materiais e equipamentos que possam atender as diferentes fontes de biomassa disponíveis para a geração de energia”, diz.


NUCLEAR: ALTAMENTE CONTROVERSA
Como lembra o engenheiro mecânico e mestre em Energia Arnaldo Vieira de Carvalho Jr., que trabalha há 19 anos no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, como especialista líder em energia sustentável, o Brasil começou bem seu programa nuclear há 40 anos, acompanhado por forte desenvolvimento industrial associado ao ciclo de combustível e de produção de equipamentos de geração. No entanto, ele observa, as sucessivas interrupções e atrasos de cronograma tornaram seus custos insustentáveis.
A usina nuclear de Angra 1: opção cara e que pode originar problemas seriíssimos.
Mas a necessidade de fontes de baixa emissão de carbono e de plantas de geração elétrica de base oferece novas oportunidades para a energia nuclear, diz Carvalho Jr. Ela é limpa, pois não emite poluentes, e tem grande potencial no Brasil, dono de uma das maiores reservas de urânio do mundo.Mas a necessidade de fontes de baixa emissão de carbono e de plantas de geração elétrica de base oferece novas oportunidades para a energia nuclear, diz Carvalho Jr. Ela é limpa, pois não emite poluentes, e tem grande potencial no Brasil, dono de uma das maiores reservas de urânio do mundo.
Por outro lado, essa energia é cara e problemática. José Goldemberg lembra que ela exige pesados investimentos de capital e tem originado grandes acidentes, como Chernobyl. “Prova­velmente, é uma opção a ser usada apenas na ausência de alternativas menos custosas e problemáticas”, avalia. O Greenpeace não contempla nem essa hipótese: “É extremamente arriscada, como já se sabe, e as usinas só são construídas com grandes subsídios do governo. Angra 3 começou em 1984 e já custou R$ 7 bilhões para o país”, diz Thiago Almeida.

fonte: http://www.revistaplaneta.com.br/as-cartas-mesa/

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Queremos uma Paraty cada vez mais Solar.

Queremos uma Paraty cada vez mais Solar.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Crescimento de oportunidades para geração de novos empregos em Energias Renováveis na economia brasileira.

Crescimento de oportunidades para geração de novos empregos em Energias Renováveis na economia brasileira.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Por um novo modo de vida, nós precisaremos em alum momento alcançar uma economia de energia sustentável ou iremos esgotar todas fotos de energias

"Por um novo modo de vida, nós precisaremos em alum momento alcançar uma economia de energia sustentável ou iremos esgotar todas fotos de energias"
- Elon Musk

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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Queremos uma Angra dos Reis cada vez mais Solar.

Queremos uma Angra dos Reis cada vez mais Solar.

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Eficiência e Energias Renováveis são apenas futuro que poderemos alcançar.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Mais três estados isentam ICMS para Geração Distribuída

Mais três estados isentam ICMS para Geração Distribuída.
Com isso, 80% da população brasileira já conta com incetivos fiscais para produzir a própria energia.

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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

China aumenta esforços para produção de energia solar

China aumenta esforços para produção de energia solar. Pais tem metas de produzir 150 bilhões de watts até 2020 e se mantém líder mundial na produção de energia renovável Fonte: Agência Nacional de Energia (NEA) da China Girassol Energia Solar Angra dos Reis/Sul Fluminense - RJ www.EnergiaGirassol.com.br



sexta-feira, 5 de agosto de 2016

A Energia Solar avança em conexões acumuladas.

A Energia Solar Avança em conexões acumuladas: Micro e minegeradores de energia elétrica registrados no Brasil. Girassol Energia Solar Angra dos Reis/Sul Fluminense - Rio de Janeiro www.EnergiaGirassol.com.br

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Ainda é insignificante: Apenas 3.981 instações num universo de 77 consumidores de energia elétrica

A Energia Solar avança
Ainda é insignificante: apenas 3.981 micro e minigeradores de Geração Fotovoltaica num universo de 77 milhões de unidades consumidoras de energia elétrica.
                                                                                                                                    Fonte: ABSOLAR 
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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Queremos um Rio de Janeiro cada vez mais solar.

Queremos um Rio de Janeiro cada vez mais solar.

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